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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Modelos por um dia

Não havia contado pra ninguém porque não tinha acreditado que seria sério, mas quando compramos os nossos Kanuks a vendedora veio conversar com a gente, ficou perguntando o quê fazíamos, há quanto tempo estávamos aqui, quis saber como conhecemos a kanuk, pois em tão pouco tempo já estávamos lá e etc...
Nós já sabíamos qual o manteau que queríamos e ela perguntou como escolhemos, dissemos que foi no catálago, que havíamos nos inscrito pela internet para receber o catálago em casa e escolhemos, dissemos que o catálago era muito bem feito, criativo e tal.
Então, ela disse que era ela que fazia o catálago e perguntou se não queríamos participar do próximo, falou que seria uma história interessante, pois éramos novos aqui e etc...
Bom, aceitei mas achei que não ia dar em nada, aquela história do depois você aparece lá em casa. hahaha
E não é que foi só a tempestade de neve passar e ela me ligou, mandou e-mail e marcou para a sessão de fotos.
Ontem fomos nós, com os nossos manteaux para um parque aqui de Montréal, tiramos várias fotos juntos, separados, depois aqui perto de casa também.
Ficava rindo e só imaginando o quê que devia estar saindo nas fotos, ai ai ai. Bom, pelo menos não tem filme pra queimar, rsrsrs.
Mas profissional é outra coisa, as fotos ficaram ótimas, pena que o catálogo só sai no ano que vem, é para o próximo inverno.
Mas o melhor de tudo é que por ter participado nós seremos convidados para o coquetel de lançamento da coleção no ano que vem e eu ganhei uma forroure, isso mesmo...a forroure da kanuk é pele verdadeira, custa mais de 200,00 dólares, ihup!!! Ganhei... Meu manteau vai ficar mais quentinho ainda, não vou passar frio no rosto.
Ela disse que podemos passar lá na loja essa semana que eles vão pregar a forrure no gorro do meu paletó.
Demais...
Depois que ele estiver pronto coloco as fotos.
Abraços

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Quem tem dinheiro sobrando?

O Canadá tem!!!
Fiquei boba! Saiu uma reportagem no jornal metrô, falando que o Canadá já fez o seu orçamento e que sobrou 14 milhões de dólares. Isso mesmo S-O-B-R-O-U.
E agora sabe o que eles vão fazer com esse dinheiro?
Devolver para a população na restituição do imposto de renda, pois o país não tem o que fazer com essa grana.
Pode?Eles não têm o que fazer com esse dinheiro. E a população adorou, pois isso quer dizer que os impostos serão menores. E olha que isso nem foi motivo de grande alarde, o povo aqui já deve estar meio acostumado com esse LUXO.
Na verdade, me deu um aperto no coração, pensar o que esse dinheiro representaria pra tanta gente no Brasil. Mas ao mesmo tempo é de se pensar que se não houvesse tanta corrupção, esse dinheiro sobraria aí também e poderia ser investido em educação e outras coisas.
Será que um dia isso muda?

sábado, 8 de setembro de 2007

E o calor está de volta...

Mais uma onda de calor (e de suor) por aqui, acho que será a última do ano...foi assim no inverno, o frio foi embora, todo mundo colocou as plantas pra fora, começou a plantar as hortas e de repente...a neve voltou pela última vez e queimou tudo.
Agora está acontecendo a mesma coisa (eu acho), o calor deu sinal que estava indo embora, começou a fazer um friozinho à noite e...o calor está de volta...será que eu imigrei pra Manaus?
É tão quente e tão úmido que às vezes eu acho que não estou mesmo no Canadá.
As crianças é que são sábias, quando chegamos aqui estava tão quente que a Amanda falou com a Fernanda:

_Mamãe, mas aqui não é o Canadá.
_Claro que é, Amanda. Já chegamos no Canadá.
_Não é não, aqui não tem neve!!!

Também estou achando a mesma coisa...

Bairro Português

Há dois dias conheci o bairro português aqui de Montréal, é muito estranha a sensação que temos quando vemos alguém que fala nossa língua.
No Brasil não nos identificamos muito com os Portugueses, mas quando a gente está longe, a sensação que tenho, é que qualquer um que fala a sua língua se torna muito próximo, aqui a identificação com eles é total, somos irmãos. hehehe
O bairro se mistura com os brasileiros, nos comércios podemos falar português, tem placas e cardápios em português e muitos produtos portugueses e brasileiros.
Encontramos até caldo Knnor, hehehe, cada coisa que sentimos falta...estava em um armazém totalmente impregnado com cheiro de bacalhau...coisas de Portugal.

domingo, 2 de setembro de 2007

Show do Scorpions...eu fui

Vocês não acreditam o que aconteceu...
Quando eu ainda estava no Brasil só falava do show do scorpions que ia acontecer aqui 1 mês depois da minha chegada, mas como fiquei com medo de gastar dinheiro com isso, decidi que eu não ia.
No dia do show, depois de sairmos da biblioteca, resolvemos dar uma passada lá perto para ouvir, já que era em local aberto (velho porto).
Chegando lá, não só deu pra ouvir o show quanto pra ver, pois a separação da rua era uma grade com uma telinha tipo aquelas de construção e deu pra ver mais ou menos o show de longe, tinha algumas pessoas de fora também, não era só a gente não.rsrs
Fiquei super empolgada e arrependi de não ter ido desde o começo do show, foi muito emocionante.
No final do show, quando eles foram embora, o portão foi aberto e nós conseguimos entrar para ver as músicas do bis, aí eu quase morri, ainda mais que pude ver o Rudolf de perto...Gritei LIIINDOOO várias vezes, ninguém sabia o que eu estava falando mesmo, rsrsrs
O mais impressionante, é que apesar de ser um show de rock não tinha nada do que eu estava esperando, as pessoas não ficam esmagadas, todo mundo fica longe e é super tranquilo, parecia mais um "Concerto no Parque"...Tinha gente com criança no colo e acreditem, tinha um casal com um bebê num carrinho ( que falta faz uma garderie noturna, hein).
Claro que tinha uns doidões, com cabelos coloridos, roupas pretas e etc... mas esses são da paz, rsrs.
Na hora de ir embora era como se estivesse saindo da missa, as pessoas todas tranquilas, andando no centro, foi a primeira vez que andei no centro aqui tão tarde, tudo muito tranquilo, sem medo nenhum, pegamos o metrô bem cheio 1:00 da manhã, foi uma sensação muito legal de segurança, parecia que eu estava no interior, mas era uma metrópole mundial.
Esse dia foi realmente especial...