Olá Marcelo,
A Avaliação Comparativa de Estudos Efetuados fora de Québec é super importante pois como eu disse é esse documento que fala para o empregador qual o seu nível de escolaridade.
Por exemplo, não adianta nada você chegar aqui para procurar emprego sem esse documento, mesmo com a tradução do seu diploma, o empregador não tem nem idéia do que é a faculdade que você fez no Brasil. Ele não conhece o sistema de ensino de cada país do mundo, não conhece o seu curso, não sabe se a sua faculdade é reconhecida e etc...
É por isso que o Governo faz isso, ele avalia seu diploma, histórico, grade curricular e te dá um documento falando qual é a equivalência do seu curso aqui e se ele é realmente válido. Eles olham se o curso é reconhecido pelo MEC, por exemplo, se não falta nenhuma dicsiplina, etc...
O que é importante falar é que esse documento não autoriza ninguém a trabalhar, ele só serve de base para o empregador, tem gente que só contrata com esse documento, tem gente que pode te contratar sem ele, se a sua profissão não é regida por ordem profissional não tem muita regra, mas dependendo da área esse documento é necessário.
Isso tem que ser avaliado por cada um, é a nossa realidade, nem todo mundo precisa dele, é um documento caro mas que nós precisamos, custa 105,00 dólares e ainda tem os custos de todas as traduções, que devem ser feitas por um tradutor juramentado.
Para dar entrada é necessário levar, no escritório, os documentos escolares originais com as traduções originais, eles tiram cópia na hora e nos devolvem, depois o resultado chega pelo correio em 2 meses.
Ele pode também ser feito a partir do Brasil, mas não é aconselhável, pois os documentos originais devem ser enviados pelo correio...
O negócio é que quem tem que entrar para as ordens profissionais façam isso o mais rápido possível, é o primeiro passo. Eu só não fiz antes por que meu diploma estava no Conselho Federal de Enfermagem no Brasil para liberação da minha nova carteirinha, que era necessária aqui na Ordem dos Enfermeiros do Québec, e quem disse que esse povo me entregou no prazo, era para ter me entregue antes de eu sair do Brasil e só me entregaram meses depois e só por que minha tia foi lá no Conselho Regional e quebrou o pau, se não, era capaz de estar lá até hoje.
Coisas da terrinha...
Abraços