Os bancos daqui não fecham às 16:00 hs, cada agência tem um horário de funcionamento diferente e cada dia da semana o horário é diferente, por exemplo, sexta-feira a minha agência fecha mais cedo...achava que isso era coisa de brasileiro. rsrsrs
Oa táxis daqui não têm cor definida, cada um é da cor que quiser, o que caracteriza é só a plaquinha em cima do carro mesmo.
As portas dos ônibus não abrem sozinhas, quando o ônibus pára no ponto a gente tem que fazer alguma coisa pra porta abrir, por exemplo, em alguns, a gente tem que descer o primeiro degrau, em outros, tem que balançar a mão próximo da porta e em outros a gente tem que pressionar o ferro da porta. No início eu passei do ponto umas duas vezes porque o ônibus parava e eu ficava esperando a porta abrir e quando lembrava, ele já estava arrancando. rsrsrsrs
A sorte é que os pontos de ônibus aqui são muito próximos uns dos outros, quase de quarteirão em quarteirão.
A faixa de pedestres daqui não é zabrada, (achava que estes códigos de trânsito fossem iguais no mundo todo) são apenas duas faixas que a gente passa no meio.
O sinal de trânsito fica do outro lado da rua, os motoristas têm que olhar um pouco mais longe...hehehe
Tem também alguns sinais verdes que piscam, isso mesmo, quando o sinal verde está piscando quer dizer que o motorista tem preferência pra virar pra onde ele quiser.
Estar com criança no colo ou estar grávida não significa que você pode entrar na frente nas filas, aqui fila é fila.
Os maiores de 65 anos também pagam passagem, mas pagam meia, os cartões de ônibus deles são iguais aos dos estudantes.
Aqui você pode entrar nas bibliotecas com sua bolsa, mala, pasta ou mochila, não tem guarda-volumes, o controle é feito somente pelo detector na porta.
Em comparação com BH, faltam banheiros públicos, se você está a fim de ir ao branheiro e está longe de casa, não é muito fácil conseguir um.
As portas são todas muito pesadas, parece que a gente está empurrando um elefante pra entrar nos lugares.
Acho que é isso, depois se eu lembrar de mais alguma coisa coloco aqui, o mais interessante é que são coisas que eu nunca pensei, não fazem muita diferença no nosso dia-a-dia, são meio automáticas, mas quando a gente chega em outro país, a gente repara e pensa que tudo pode ser diferente, tanta coisa que pra gente é normal, como se no mundo inteiro fosse daquela forma e não é.
E o mais engraçado é que tudo que eu fiquei apreensiva quanto à minha adaptação aqui foi super tranquilo, quase não vi diferença, por exemplo, na comida. Tô comendo quase as mesmas coisas que comia antes, não foi preciso adaptação nenhuma quanto à isso.
Em compensação, tem coisas que eu nunca pensei e tive que me adaptar, por exemplo, o peso das portas. Vocês acreditam que eu já deixei de entrar no banheiro umas duas vezes achando que estava ocupado (porta trancada) e eu lá apertadíssima, esperando desocupar e aí chega outra pessoa, acha que eu estou ali só esperando alguém, passa na minha frente e abre a porta normalmente...coisas de nouvelle arrivante...
3 comentários:
Carol,
muito legal essas suas observações.
Nos faz pensar que muitas vez o que é difícil ou complicado é o mais duro. contudo as dificuldades podem estar nas coisas mais simples da vida.
um abraço saudoso.
Marcelo
AH , entra no meu blog depois
Oi Carol, legal essas suas observações. Me fez atentar que as coisas más difíceis nem sempre o que achamos complicado ou realmente difícil. As dificuldades muitas vez nas coisas mais simples da vida.
Um abraço saudoso.
Marcelo
Ah!! entra no meu blog depois.
Olá Carol,
Achei muito interessante esse post. É sempre bom saber como são as coisas por aí.
Um abraço,
Karol
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